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  • Vereador Pedro Kawai

Requerimento indaga Executivo sobre testes da Covid em servidores

Vereadores Pedro Kawai, André Bandeira e Relinho apresentaram questionamentos



Os vereadores Pedro Kawai, André Bandeira e Rerlison Teixeira, o Relinho, todos do PSDB, querem saber quais são os protocolos adotados pelo Executivo para aplicação de testes da Covid-19 nos servidores municipais. Eles são autores do requerimento 347/2021, aprovado pela Câmara nesta quinta-feira (25), na 4ª reunião extraordinária.

Os parlamentares querem saber quais testes para Covid-19 a rede municipal possui para atender os servidores municipais, principalmente os que exercem atividades reconhecidas como essenciais.

Eles questionam o que levou o Executivo a baixar o rigor no controle e na realização de exames no momento de retorno ao trabalho das equipes de saúde e da guarda civil, além dos professores, por serem profissionais que geralmente estão em exposição à contaminação da Covid-19.

"Sendo muito diversificado o tipo de acometimento dos diversos servidores, o atual protocolo estabelece conduta uniforme para se evitar ao máximo a ocorrência de Covid ocupacional. Neste sentido, o entendimento do Executivo Municipal é que deva prevalecer a economia financeira ou a máxima proteção à saúde dos servidores municipais? Como garantir que reinfecções por variantes ocorrida na convalescença não ocorra sem exame do RT-PCR que tem especificidade de 99,5%?", perguntam os vereadores.

Além disso, eles citam que o Executivo deixará de comprar o teste RT-PCR (padrão ouro), para realizar a compra de teste swab nasal, cuja especificidade é menor e que pode aumentar a possibilidade de falso negativo. Sobre tal procedimentos, os parlamentares perguntam se a troca dos testes é verídica e, em caso positivo, o que motiva a realização da troca.

Kawai, Bandeira e Relinho perguntam também por qual motivo deixa-se de realizar exames de controle com RT-PCR, que possui maior sensibilidade e especificidade para a constatação da Covid-19, para o retorno ao trabalho, e quais outros exames com menor sensibilidade e especificidade podem substituir o RT-PCR.

"Por qual motivo alterar um protocolo já apresentado ao Ministério Público do Trabalho e Ministério Público do Estado de São Paulo, que vem se mostrando adequado e sem falhas? É prudente alterar o protocolo justamente no momento de recrudescimento da Covid-19", questiona a propositura.




Texto: Rodrigo Alves - MTB 42.583

Supervisão de Texto e Fotografia: Valéria Rodrigues - MTB 23.343

Foto: Fabrice Desmonts - MTB 22.946

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